


Melhor jeito de começar no Magic: The Gathering. Quem sabe, sabe.





Épico pelo épico. O nome é épico, a proposta é épica, os combates são épicos, os cenários são épicos, ir do ponto A ao ponto B é épico, tudo é épico. O jogo é isso, ir até cada um dos 16 bosses e derrotá-los. Cada um deles vai ter sua própria movimentação e estratégia fazendo com que cada confronto seja mais um puzzle do que um combate direto, o que torna essa obra única com uma atmosfera grandiosa que faz você se sentir poderoso, mesmo sendo muito pequeno.

Sei que o humor de South Park não agrada a todos. Na maioria do tempo, ele me agrada. Esse jogo mescla muito bem aquela brincadeira de criança com as maiores loucuras imagináveis. A comédia utilizada é aquela que eu mais gosto: algo muito idiota levado muito a sério. Temos superpoderes, facções, objetos extremamente poderosos e viagem no tempo, tudo misturado do jeito mais caótico e satírico possível. A cidade se transforma em um território a ser protegido que dá vontade de explorar em uma jornada imersiva para se tornar o maior herói e salvar o mundo. O jogo é muito envolvente, mesmo com todos os absurdos, e é impossível tentar explicar o que está acontecendo para alguém que entrou no cômodo agora e está vendo animais satânicos sendo derrotados por uma criança desbocada com sobrepeso fantasiada de guaxinim em um RPG de grid.

Sei que o humor de South Park não agrada a todos. Na maioria do tempo, ele me agrada. Esse jogo mescla muito bem aquela brincadeira de criança com as maiores loucuras imagináveis. A comédia utilizada é aquela que eu mais gosto: algo muito idiota levado muito a sério. Temos magia, facções, objetos extremamente poderosos e zumbis na*istas, tudo misturado do jeito mais caótico e satírico possível. A cidade se transforma em um vasto reino que dá vontade de explorar em uma jornada imersiva para se tornar uma lenda e salvar o mundo. O jogo é muito envolvente, mesmo com todos os absurdos, e é impossível tentar explicar o que está acontecendo para alguém que entrou no cômodo agora e está vendo alienígenas sendo derrotados por uma criança desbocada com sobrepeso empunhando um graveto mágico em um RPG de turnos.

A notável evolução de Batman: Arkham Asylum, que já considero um jogo excelente. Estar em uma Gotham devastada, movido por um senso de urgência em uma investigação que passa por sua famigerada galeria de vilões, enquanto precisa se camuflar nas sombras faz você se sentir o Batman. Eu gostei de ser o Batman, essa força imparável e genial que se sacrifica para salvar a vida de milhares, algo muito bem proporcionado pelo jogo.



Eu amo Skyrim e amo a estética atompunk do universo Fallout. Pois bem, é exatamente o que temos aqui. Horas de caminhada por uma terra devastada com perigos a cada esquina. E eu acabo com eles com um Mini Nuke Launcher. A dinâmica de escolhas entre facções e busca pelo próprio filho movem o jogador pelos quatro cantos do mapa com as mais diferentes paisagens. Há quem não goste, mas julgo que a mecânica de construir assentamentos traz um ar de progresso e responsabilidade maior para a campanha.

Uma aventura em busca de sobrevivência em uma ilha tropical misteriosa habitada por um culto fanático e forças místicas. O foco aqui é encontrar seus amigos e fugir e, para isso, é preciso desvendar a fonte de uma tempestade misteriosa que atua como barreira em qualquer tentativa de deixar o lugar. A aventura é linear e adentra cada vez mais nos segredos da ilha, proporcionando embates com vários tipos de inimigos, parkour!, busca por recursos e sequências de ação alucinantes. É muito empolgante acompanhar a Lara que, cada vez mais, deixa de apenas tentar não morrer para encarar de frente os desafios que surgem.





Como diria um grande sábio, 'a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena.' Esse jogo é brutal em todos os sentidos e é muito triste e assustador acompanhar a sádica jornada de um personagem tão amada. Eu gostei da segunda narrativa e, diferente do senso comum, dos personagens desenvolvidos nela. Ele é mecanicamente próximo ao primeiro, exceto por pequenas adições para deixar o combate e exploração mais interessante, o cerne é o mesmo. Não acho tão perfeito quanto a parte um, principalmente quanto à montagem da história, pois são duas narrativas em paralelo, mas que se conectam muito pouco e são vivenciadas uma após a outra, sem intercalação. Não achei a gameplay tão fluida, havendo vários momentos de exploração e busca de recursos por ambientes muito parecidos que dão um ar repetitivo. Fora esses pontos, a experiência aproxima-se a que tive no anterior na maior parte do tempo, garantindo uma imersão, intencionalmente, não tão prazerosa. E tem mecânica de tocar violão, muito bacana.


Comparado com outras obras da franquia, o segundo jogo é extremamente 'pé no chão'. Zumbis são zumbis, e os que não são, são zumbis com esteroides. A trama inicia no terror e gradualmente se converte em ação, o que é muito importante, pois, no terror, não se pode matar todos os inimigos, as balas acabam antes e eu descobri isso do pior jeito. As duas campanhas são levemente diferentes (aquilo de final verdadeiro, etc), mas acredito que fazer uma só delas já entregue tudo que o jogo tem a oferecer: uma luta por sobrevivência, gestão de recursos e fuga constante. O perseguidor da vez, Mr. X, faz um excelente trabalho ao quase ser uma sombra do jogador, impedindo momentos de respiro e pressionando-o a achar uma saída o mais rápido possível. Os ambientes são maravilhosos, dando o teor de confusão e suspense que deixa a gameplay bem envolvente.
