
Como diria um grande sábio, 'a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena.' Esse jogo é brutal em todos os sentidos e é muito triste e assustador acompanhar a sádica jornada de um personagem tão amada. Eu gostei da segunda narrativa e, diferente do senso comum, dos personagens desenvolvidos nela. Ele é mecanicamente próximo ao primeiro, exceto por pequenas adições para deixar o combate e exploração mais interessante, o cerne é o mesmo. Não acho tão perfeito quanto a parte um, principalmente quanto à montagem da história, pois são duas narrativas em paralelo, mas que se conectam muito pouco e são vivenciadas uma após a outra, sem intercalação. Não achei a gameplay tão fluida, havendo vários momentos de exploração e busca de recursos por ambientes muito parecidos que dão um ar repetitivo. Fora esses pontos, a experiência aproxima-se a que tive no anterior na maior parte do tempo, garantindo uma imersão, intencionalmente, não tão prazerosa. E tem mecânica de tocar violão, muito bacana.